Salve, Nação Tricolor.
Hoje quero falar de Cauly e Rafael Tolói, dois “reforços” que Crespo ganhou na partida disputada ontem, em Curitiba, contra o Coritiba. Cauly, fazendo sua estreia como titular pelo Tricolor, jogou muito bem e marcou o gol da vitória. Rafael Tolói fez ontem sua segunda partida na temporada e foi eleito o melhor em campo.
Crespo foi ousado ao mandar a campo um time quase 100% reserva — e sua ousadia deu um resultado que, creio eu, nem ele esperava. As atuações de Cauly e Tolói foram a cereja do bolo: Cauly apresentou um excelente cartão de visitas, e Tolói, que é bom jogador, parece precisar apenas de ritmo de jogo para se firmar como opção consistente na zaga.
Um pequeno resumo da atuação de ambos, com estatísticas:
Cauly
Em 83 minutos, deixou sua marca. Duas finalizações, duas no alvo. Uma delas beijou a rede e decidiu a partida. Gol de quem aparece no momento certo, no lugar certo; mas, principalmente, com a frieza de quem entende o tamanho do lance.
E não foi só o gol. Cauly participou do jogo, ajudou na recomposição, somou 5 contribuições defensivas e ainda interceptou duas bolas. Não se escondeu. Chamou responsabilidade.
Com 82% de passes certos, manteve o time respirando entre defesa e ataque. Venceu duelos, disputou cada palmo de campo e ganhou da nossa equipe a Nota 7,5 — a maior da partida.
Foi decisivo. E jogo grande precisa disso: alguém que transforme equilíbrio em vitória.
Rafael Tolói
Durante os 90 minutos, não tirou o pé, não tirou o foco e não deu espaço. Foram 2 bloqueios, 2 interceptações, 2 desarmes e 3 cortes — números que traduzem algo maior: presença. Tolói estava sempre ali. Sempre no caminho da bola. Sempre entre o perigo e o gol.
Venceu duelos no chão, brigou pelo alto e ainda manteve 89% de passes certos, ajudando o time a respirar quando era preciso esfriar o jogo. Levou cartão amarelo? Levou. Mas daqueles que mostram compromisso, não descontrole.
Não foi uma atuação espalhafatosa. Foi madura. Foi de líder. Foi de quem entende que, fora de casa, um 1 a 0 também se constrói com suor e concentração.
Nota 7,0 da nossa equipe e eleito melhor em campo pela transmissão do jogo.
Me alegra saber que, se em 2025 o elenco era “curto” e o grande problema da temporada foi o excesso de jogadores no departamento médico, em 2026 a coisa parece caminhar por outro rumo. Apesar de a diferença entre o time titular e o reserva ainda ser grande, a melhora de Pablo Maia, as boas atuações de Maik e os reforços de ontem — Cauly e Rafael Tolói — tendem, aos poucos, a diminuir essa distância.
Fiquem bem,
Guine
Siga no X: Guine_spfc

Postar um comentário